quarta-feira, 15 de abril de 2015

Doce de ginguba





Doce de ginguba

2 medidas de ginguba torrada (descascada e sem temperos)
2 medidas de açúcar
1 medida de água

Comece por fazer um ponto de rebuçado com a água e o açúcar.
Quando o açúcar chegar ao ponto, junte a ginguba e mecha. Retire do lume e verta sobre papel absolvente (eu aproveito o papel do pacote do açúcar) em colheradas grandinhas. (Normalmente utilizo uma colher das grandes de servir a comida)
Deixe arrefecer descole o bolinhos do papel e está pronto o doce de ginguba.
Dica: O açúcar fica em ponto de rebuçado quando se deite um pouco da calda do açúcar numa tigela com água fria e a calda se junta num montinho duro e quebradiço.

Nota: Há quem chame pé de moleque, acontece que em Angola o nome varia de região em região. No entanto eu chamo pé de moleque quando isto é feito com o açúcar em caramelo ficando mais rijo e acastanhado. Também se faz com leite condensado o pé de moleque em algumas regiões de Angola. 

quarta-feira, 8 de abril de 2015

O NOSSO COZIDO



Hoje amanheceu chovendo e lembrei-me de cozinhar um cozido à Conceição.
Cozido à Conceição quer dizer que o faço com o que tenho na arca ou frigorífico.
Então lembrei-me de uma crónica do meu amigo Virgílio Gomes e resolvi falar um pouco daquilo que sei sobre o nosso cozido.
Cozido à portuguesa é um prato tradicional português. Trata-se de uma iguaria composta por uma Variedade de vegetais, carnes e enchidos cozidos.
Portanto é normal encontrar feijões, batata, cenouras, couves e arroz em conjunto com frango entrecosto de porco, chispe, carne de vaca etc. etc.
Claro que não nos podemos esquecer dos enchidos que também variam de região em região.
Também é comum aproveitar o caldo resultante da cozedura das carnes para preparar a chamada sopa do cozido. A este caldo, pode ser adicionado pão,arroz ou massinhas e feijão, de forma a completar esta sopa. Também é normal juntar um pouco de hortelã. Estes ingredientes para a sopa também varia de região em região do nosso País.
Também se aproveita o caldo e os restos das carnes e legumes para se fazer um belo arroz de cozido no forno.
Na verdade o nosso cozido tradicional leva-nos numa viagem ao nosso país, de região em região numa amostra de produtos ou tradições locais. Este conjunto de cozidos é o património nacional e identificador do nosso cozido.
Quando digo de nosso cozido é para o diferenciar de tantos outros cozidos existentes na europa.
No entanto a maioria dos portugueses não sabem que o nosso cozido tem origens em Castela…

É meus amigos! Existem autores, como Jose Esteban, que consideram o cozido como uma das bases da cozinha espanhola. A verdade é que hoje o nosso cozido é diferente dos vários que existem em Espanha.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Calulu de peixe

Calulu de peixe (4 doses)

400 g de peixe seco

400 g de peixe fresco

500 g de tomate maduro

400 g de quiabos

1 cebola grande

2 courgettes

Folha de batata-doce q.b. (ou outras folhas)

Alho q.b.

Óleo de palma q.b.

Vinagre q.b. (ou limão)

Picante a gosto

Deixe o peixe seco de molho por pouco tempo de modo a que não saia o sal todo. Tempere o peixe fresco com alho, sal e vinagre (ou limão de preferência). Numa panela, vá intercalando sucessivamente um pouco de peixe seco, um pouco de peixe fresco, cebola cortada aos pedaços, tomate, quiabos, folhas de batata-doce (ou outras folhas) e courgette e o picante. Por fim, junte o óleo de palma e leve a cozer em lume médio. (adicione um pouco de água se necessitar para não ficar seco)
Sirva com funje.

Nota: Pode confecionar este prato juntando outras espécies de aboboras a seu gosto. É normal confecionarem-se estes pratos com os ingredientes de época.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Muzongué



Muzongué (4 doses)

4 postas de peixe grosso (corvina, garoupa et.)
Peixe seco q.b. (demolhado mas não muito)
4 rodelas grossas de mandioca cortada em cubos
4 rodelas de batata doce grossas cortadas em cubos
Óleo de palma q.b.
Óleo ou azeite q.b. (para o refogado)
1 cebola
Tomate q.b.
Sal q.b.
Gindungo a gosto
Farinha do musseque q.b.

Refogue a cebola no óleo e adicione o tomate. Depois de refogado, junte a água necessária para o muzongué (é como uma sopa de peixe).
Quando levantar fervura junte o óleo de palma, o peixe seco cortado em pedaços, a batata doce, a mandioca e o picante a seu gosto.
Deixe cozer um pouco e junte o peixe fresco. Retifique os temperos e deixe apurar a seu gosto.
Antes de retirar do lume, retire o óleo de palma que submerge com a ajuda de uma concha e ponha-o numa vasilha na qual irá adicionar a farinha do musseque.
Sirva o caldo acompanhado pelo peixe, os legumes e a farinha.

Nota: Neste muzongué adicionei uma banana pão, pouco antes de retirar do lume, (previamente cozida com a casca) cortada em rodelas grossas.

sexta-feira, 13 de março de 2015

Carapaus grelhados com pirão de milho e súmate

 

Carapaus grelhados q.b.
Pirão de milho (4 doses)
250 g de farinha de milho
1 litro de água
Azeite q.b.
Sal (facultativo)

Ferva a água, à qual se junta um pouco de sal a gosto e um fio de azeite.
Entretanto, dissolva a farinha num pouco de água fria.
Adicione a farinha dissolvida à água que ferve e mexa muito bem para não encaroçar. Se faltar farinha ou água, junte o que estiver em falta, porque as quantidades variam consoante a qualidade da farinha.
Deixe cozer mexendo sempre e sirva com qualquer prato que tenha molho.
Nota: Em Angola, este prato não se tempera com sal, porque, normalmente, acompanha peixe seco que é salgado.

Súmate
Tomate meio maduro q.b.
Pimento q.b. (juntei de três cores
Cebola q.b.
Sal
Azeite
Vinagre

Corte o tomate, o pimento e a cebola aos cubinhos e tempere com o sal, o azeite e o vinagre.
Dica: Junte um pouquinho de água que lhe dá um paladar mais agradável.
Nota: O súmate é uma simples salada que é frequentemente utilizada em Angola a acompanhar carne ou peixe, mas muitas vezes serve como conduto acompanhada com pirão.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Bolachas coloridas

-280 g de farinha
-30 g de cacau
-1 colher (café) de sal
-½ colher (chá) de canela
-160 g de manteiga
-(não deve estar no frio)
-150 g de açúcar mascavado escuro
-1 chávena (café) de café SICAL Kenya forte
-1 ovo
-1 colher (chá) de baunilha
-manteiga, confeites coloridos q.b.



     Co mece por misturar a farinha, o cacau,
o sal e a canela; reserve. Com a ajuda
de uma batedeira, a uma velocidade média,
bata a manteiga com o açúcar, até obter
uma mistura fofa. Junte o café SICAL e bata
um pouco; adicione depois o ovo e a baunilha.
Junte à mistura de farinha e bata bem. Como
esta massa fica um pouco rija, pode amassar
como lhe der jeito. Faça um rolo com a massa
e role-o sobre os confeites coloridos. Embrulhe
em película aderente e leve ao frigorífico durante,
pelo menos, uma hora.
Retire a película aderente e, com uma faca,
corte o rolo em fatias com, mais ou menos,
2,5 centímetros de largura. Leve as bolachas
ao forno, a 200º C, num tabuleiro untado com
manteiga, até estarem prontas.

      A minha sugestão
Pode substituir os confeites por frutos secos triturados







domingo, 15 de dezembro de 2013

Bolo de Banana





     Bolo de Banana 

-6 ovos
-5 bananas
-250 g de manteiga
-500 g de açúcar
-250 g de farinha de trigo
-2 colheres de sopa
-2 colheres de fermento


    Faça o caramelo com 250 g de açúcar e barre com ela toda a forma (com Chaminé).
Corte as bananas em rodelas finas e forre a forma.
Entretanto, bata muito bem o açúcar com manteiga ate ficar em creme. Adicione as
gemas, batendo sempre, e a seguir o leite.
Junte a farinha misturada com fermento e bata mais um pouco.
Bata as claras em castelo e junte ao preparado, envolvendo bem sem bater.
Verta na forma forrada de banana e leve ao forno a cozer a uma temperatura media.






sexta-feira, 13 de dezembro de 2013






    Torta da avó


-100 g. de açúcar amarelo
-4 ovos
-raspa da casca de 1/2 limão
-50 g. de farinha
-1 colher de chá de fermento em pó


Bata as gemas com o açúcar até obter um creme fofo.
 Misture a raspa do limão.
 Adicione a farinha com o fermento.
 Bata as claras em castelo e junte á massa.
Unte com margarina e polvilhe com farinha um tabuleiro rectangular, deite-lhe a massa dentro e leve ao forno durante cerca de 15 minutos, nos 180ºC.
 Depois de pronta, desenforme sobre um pano limpo e polvilhado com açúcar e enrole a torta.
Nota: Esta torta fica mal cozida no interior, com textura de pudim




      Doce de bolacha


-2 colheres de manteiga(sopa)
-100 g. de açúcar
-0,5 L de leite
-6 ovos
-20 bolachas(torrada ou maria)


    Junte as gemas o leite a manteiga e 80 g de açúcar e leve ao lume em banho maria, mexendo sempre até estar um creme.
Entretanto triture as bolachas e bata as claras em castelo, ás quais juntou o restante açúcar.
Envolva tudo, e ponha em tacinhas.
Leve ao frigorifico.



quarta-feira, 11 de dezembro de 2013




Pudim de batata doce



-250g de puré de batata doce
-250g de açúcar
-6 gemas
-1 colher (sopa) de manteiga
-Casca de limão ralada q.b.
-1 colher (chá) de canela em pó



    Misture o açúcar com as gemas e a manteiga amolecida e mexa. Adicione todos os outros ingredientes e bata um pouco.
Verta numa forma de chaminé previamente untada com manteiga e leve ao forno a uma temperatura média até cozer.



Nota: Este pudim estará cozido, quando deixar de chiar.