quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Sopa de peixe à minha moda







Este ano não vou de férias mas as lembranças de anos passados estão no meu pensamento assim como no meu coração e muitas vezes fazem com que a minha imaginação trabalhe.
Há dias tive vontade de comer uma sopa de peixe bem francesa que é confecionada em Marselha junto ao porto. Claro que não a consigo fazer por falta de uma data de ingredientes (principalmente a variedade de peixe que existe na zona) e claro o não estar em Marselha também conta.
Estou no Alentejo e tenho sempre felizmente a minha arca congeladora cheia de bons produtos.
Com ajuda dos bons produtos que tenho na arca, daquilo que cultivo no quintal e com a minha mãozinha para cozinhar, saiu uma sopa maravilhosa que já tive de confecionar várias vezes para familiares e amigos.

Sopa de peixe à minha moda (4 a 6 doses)

3 postas de peixe (utilizei cabeça de corvina e duas postas)
200g de miolo de camarão
400g de ameijoas
4 tiras de potra cortada em cubos
Camarão  inteiro q.b.
2 cubos de caldo de peixe ou de camarão (não obrigatório)
2 cebolas picadas
1 pimento migado
750g de tomate migado bem maduro
Alho a gosto
1 folha de louro
Azeite q.b.
Pimenta preta q.b.
Picante a gosto (utilizei gindungo)
Uma pitada de açúcar (para disfarçar o ácido do tomate)
Baguete cortada em rodelas e torradas no forno

Comece por cozer o peixe em água e sal. Depois de cozido, retire este da panela e deixe arrefecer , desfaça em lascas retirando as espinhas e reserve. Também reserve a água de cozer o peixe depois de cuada.
Refogue a cebola no azeite sem deixar que aloure. Junte o alho, o louro, o tomate a pitada de açúcar (não obrigatório), o pimento e deixe cozinhar.
Quando o tomate começar a ficar quase apurado, comece por juntar a potra, o camarão etc. pela ordem de tempo que precisam para cozinharem.
Como o tomate vai começar a engrossar, junte a água de cozer o peixe na medida que necessitar para ficar uma sopa com algum caldo mas não aguada. Retifique os temperos a seu gosto, (junte os cubos de caldo de peixe ou de camarão se desejar) deixe apurar e por último junte as lascas de peixe.
Sirva quente acompanhada pelas tostas regadas com azeite e alho.

Bom apetite.


sexta-feira, 14 de julho de 2017

Arroz de aipo e cenoura / Creme de aipo e cenoura







Hoje vamos falar de Aipo (também conhecido por salsão). Na verdade o seu nome é Apium graveolens. (Eu não sou capaz de decorar este nome)
No século dezassete o aipo começou a ser cultivado em Itália a partir de um tipo silvestre. Este cultivo deu origem a várias variedades menos amargas. No século dezanove, o aipo já era consumido tanto na Inglaterra como na América.
Este vegetal de folhas verdes pertence à família Apiaceae.(exemplo agrião, salsa, cenoura etc.) O talo é o mais consumido. Este vegetal além de ser um alimento de baixo teor calórico é rico em nutrientes e água. O caule pode ser cozinhado ou consumido cru. As folhas podem ser usadas em sopas, molhos e caldos. Também a raiz é utilizada principalmente na Páscoa Judaica na preparação do sêder
As sementes contêm óleos que são utilizados em medicamentos.
Os benefícios do aipo são vários porque ele é um alimento com baixa caloria. Fornece apenas 10 calorias por 100 gramas de seu consumo e contém 95% de água. Também composto de hidrato de carbono, fibra dietética. Tem poucas quantidade de gordura e de proteína. O Aipo é rico em vitaminas como:
Vitamina A, vitamina B, vitamina C, vitamina E, vitamina K e contem também cálcio, potássio, sódio e fósforo.
Como contém luteolina que é um tipo de flavonóide que limita o crescimento de células cancerosas e ainda é ajudado pelos ácidos fenólicos em prostaglandinas que restringem e ajudam a impedir o metabolismo das células cancerígenas e a cumarina que é um fitoquímico, estudos dizem que o aipo ajuda a evitar o aparecimento do cancro do cólon e do estômago.

Aproveito falar do aipo para vos deixar duas receitas feitas com aipo:




Arroz com cenoura e aipo

 


3 chávenas de arroz cozido
Talo de aipo fresco migado q.b.
Cenoura cortada em cubinhos q.b.
1 cebola
Azeite ou óleo q.b.
Alho a gosto
Sal q.b.



Comece por fazer um refogado com azeite, cebola e alho sem deixar alourar. Adicione o aipo e a cenoura e saltei sem deixar cozer muito. Se gostar pode polvilhar com um pouco de pimenta. Tempere com o sal, tomando em atenção ao sal que já adicionou no arroz previamente cozido.
Quando o aipo e a cenoura estiverem salteados, adicione o arroz e envolva. Deixe no lume só o suficiente para o arroz ficar quente como o aipo e a cenoura.
Sirva a acompanhar tanto carne como peixe e se gostar pode polvilhar com salsa picada.




Creme de cenoura e aipo

 

3 cenouras médias
1 aipo fresco  
400g de batatas descascadas
Alho a gosto
1 cebola
Sal q.b.
Pimenta a gosto
Água q.b.
1 embalagem de natas
Azeite virgem q.b.





Comece por limpar e cortar os legumes todos. (no aipo aproveite tanto o talo como a rama)
Leve os legumes a cozer em pouca água temperada com sal. (pode adicionar um ou dois caldos em cubo de carne ou legumes)
Depois de tudo bem cozido, reduza a um creme, adicione as natas e leve ao lume até levantar fervura. Entretanto retifique o tempero adicionando um pouco de pimenta e de azeite. (tomar em atenção a quantidade de azeite, pois já tem a gordura das natas) Se necessitar de um pouco mais de caldo porque está muito grosso, junte um pouco de leite ou água.
Antes de servir pode polvilhar com um pouco de rama de aipo migada e regar com um pouco fio de natas.

Bom apetite.

terça-feira, 4 de julho de 2017

Baguete tipo pisa/Baguete com atum e maionese






No verão as sandes estão sempre presente tanto como lanche como refeição. É normal levar umas sandes numa caixa térmica para a praia ou para o campo.
Hoje vou deixar aqui duas sugestões de baguetes saborosas e fáceis.










Baguete com atum e maionese

1 baguete cortada ao meio
Maionese a gosto
Atum q.b.
Tomate cortado em rodelas q.b.
Milho cozido q.b.
Queijo cortado em cubos q.b. (utilizei flamengo)
Ovo cozido ralado q.b.
Coentros migados a gosto

Comecei por barrar a baguete com maionese, cobri com rodelas de tomate e fui sobrepondo todos os outros ingredientes, finalizando com o ovo ralado e os coentros picados.
Se gostar polvilhe com pimenta preta.
Bom apetite.



Baguete tipo pisa

Azeite virgem q.b.
Tomate cortado em pequenos cubos q.b.
Milho cozido q.b.
Manteiga q.b.
1 baguete cortada ao meio
Queijo ralado a gosto
Azeitonas pretas q.b.
Fiambre cortado não muito fino q.b.

Comecei por barrar a baguete com manteiga. Sobrepus todos os outros ingredientes acabando por regar com um fio de azeite. Levei ao forno alguns minutos e ficou pronto a comer tanto quente como fria.
Espero que gostem destas sugestões e não esqueçam de acompanharem sempre com uma boa salada.


Nota: Não esqueça que pode sempre utilizar outros ingredientes a seu gosto. Ponha a sua inteligência a trabalhar e de certeza criara refeições simples mas saborosas…







terça-feira, 20 de junho de 2017

Coelho com laranja, legumes e mandioca frita







Coelho com laranja, legumes e mandioca frita

Coelho cortado em pedaços q.b.
Sumo de laranja q.b.
Azeite ou banha q.b.
Picante a gosto q.b. (utilizei pimenta preta)
Alho a gosto (utilizei em massa)
1 folha de louro
Sal q.b.
Legumes cortados q.b. (utilizei jardineira congelada)
Mandioca q.b.
Óleo q.b. (para fritar a mandioca)


Comece por fazer uma base de tempero com o sumo de laranja, azeite, picante, alho, louro e sal.
Tempere os pedaços de coelho com o tempero e deixe assim durante algumas horas. (deixei no frigorífico durante a noite)
Depois de o coelho tomar os sabores, coloque este num tabuleiro e leve ao forno até alourar a seu gosto.


Retire o tabuleiro com cuidado para não se queimar e vire o coelho.


 Aconchegue o coelho e junte os legumes polvilhados com um pouco de sal e regue também com um fui de azeite. (se tiver muita gordura no tabuleiro aproveite e envolva os legumes e não regue com o azeite)


Leve novamente ao forno a acabar de assar o coelho e os legumes ficarem salteados no forno a seu gosto. (normalmente quando o coelho fica assado, os legumes estão no ponto que eu gosto)



No fim de tudo estar assado, escorra o molho e leve ao lume numa frigideira com mais um pouco de sumo de laranja e deixe apurar. (não o fiz, o meu coelho era caseiro, era bastante gordo e não precisava de molho)

Entretanto descasque a mandioca e corte para fritar como faz com as batatas. (eu cortei tipo chips)

Depois de tudo cozinhado, sirva o coelho acompanhado pelos legumes e por mandioca frita. (não é obrigatório ser com mandioca frita, pode substituir por um outro acompanhamento a seu gosto)
Regue com o molho ou sirva este numa molheira.



Nota: quando o coelho é de compra no talho, normalmente para mim é seco, então junto sempre banha. Neste coelho não tive essa necessidade porque era caseiro e tinha muita gordura que aproveitei para o cozinhar e só adicionei um fio de azeite.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Galinha em kitaba / Galinha com moamba de ginguba




Kitaba é o nome que se dá em algumas zonas de Angola à ginguba moída. Também lhe chamam moamba de ginguba.
É muito fácil encontrar nos nossos espaços comerciais, é idêntico à manteiga de amendoim, só que não tem açúcar.
Antigamente esta massa era feita ao esmagar a ginguba crua. Hoje nem em Angola se faz isto. Compra-se em frascos ou latas nos mercados locais.





Galinha em kitaba

Galinha cortada q.b.
1 cebola
Óleo para o refogado q.b.
Vegetais a gosto (não é obrigatório)
Massa de ginguba q.b.
Sal q.b.
Picante a gosto

Comece por refogar a galinha com a cebola e o óleo a seu gosto. (usei óleo de ginguba)
Quando a galinha estiver dourada a seu gosto, adicione um pouco de água para ajudar a cozer a galinha (pode substituir, por cerveja) e os temperos.
Quando a galinha estiver quase cozida, junte as folhas de vegetais, deixe acabar de cozer.
Por último desfaça um pouco de massa de ginguba num pouco do caldo da galinha, adicione á galinha e deixe apurar. Não esqueça de retificar os temperos a seu gosto e se necessário, junte um pouco mais de água, pois a massa de ginguba tem tendência a engrossar.
Acompanhe com funje ou um outro acompanhamento a seu gosto.


Nota: nesta receita, eu utilizei agriões e acompanhei com funje feito de farinha rica da Guiné. Farinha rica da Guiné é farinha de mandioca parecida com a farinha dos musseques de Angola, só que é um pouco mais grossa. Em Angola também já há algumas zonas onde lhe chamam farinha rica. Gosto do funje feito com estas farinhas mais grossas de mandioca do que com a fuba. Têm um sabor diferente e mais dentro das tradições primitivas, é moída no pilão. Não nos podemos esquecer, que a fuba é uma farinha muito mais bem moída e é moída normalmente em moinhos.  

terça-feira, 6 de junho de 2017

Tarte rústica de morango (poderá ser de outra fruta)

Gosto de aproveitar o excesso de fruta que tenho em casa tanto em doces como em sobremesas fáceis de executar.
Muitas das vezes corto a fruta em pedaços e congelo para não fazer nem doces nem sobremesas em excesso que se tornam difíceis de consumir. Tudo o que é demais enjoa. Fora da época, as frutas que tenho congeladas utilizadas na culinária até parece que sabem melhor.
Não é o caso da receita que hoje elaborei. Nesta altura do ano tenho muitos morangos (alguns já estão congelados) e resolvi fazer uma tarte muito simples.

Tarte rústica de morango (poderá ser de outra fruta)

1 embalagem de massa folhada redonda
Morangos limpos e cortados a gosto q.b.
Creme de pasteleiro q.b.
Açúcar em pó q.b. para polvilhar (não obrigatório)



Forre uma forma para tartes ao contrário como mostra a foto, pique a massa para não empolar no forno.
Leve a forma coberta com a massa, ao forno a cozer. 



Quando estiver quase cozida, retire a massa da forma e leve novamente ao forno a acabar de cozer a seu gosto. Esta maneira de cozer a massa é fácil e rápida, como é para lhe dar uma forma rústica e não muito certinha, aproveita toda a massa da embalagem.



Depois de cozida deixe arrefecer.




Entretanto faça um creme de pasteleiro a seu gosto. (Encontra no meu blog a receita)
Recheie a tarte com o creme pasteleiro (que deve estar frio). Sobreponha as frutas cortadas, polvilhe com o açúcar (se gostar pode polvilhar com coco ralado) e está pronta uma bela sobremesa.
Bom apetite.



Nota: Neste creme substitui o leite por calda de uma lata de ananas que tinha congelado. É uma maneira de aproveitar as caldas das latas de frutas que muitas vezes utilizamos e que sobram depois de gastarmos as frutas.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Massa folhada com frutos vermelhos e creme pasteleiro

Creme pasteleiro é um recheio doce, típico da culinária portuguesa. É um creme de consistência mediamente espessa, de cor amarela. É confecionado com a mistura dos ingredientes descritos na receita que depois de confecionado é utilizado como recheio de diversos bolos, não esquecendo as tradicionais bolas de Berlim ou os mil-folhas.
A sua confeção varia um pouco de pessoa para pessoa. Todos lhe gostam de dar o seu toque para dizerem que o meu creme é o melhor.
Eu utilizo estre creme de variadas maneiras e com o tempo apresentarei mais algumas receitas que vos irão demonstrar como este creme é versátil

Foto bay Mário Cerdeira




Massa folhada com frutos vermelhos e creme pasteleiro

1 embalagem de massa folhada
Frutos vermelhos a gosto
Casca de limão q.b. (para misturar no creme pasteleiro mas não obrigatório)
Baunilha a gosto (para juntar ao creme pasteleiro mas não obrigatório)

Base para creme pasteleiro


250ml de leite
75g de açúcar
40g de farinha
1 ovo inteiro
2 gemas de ovo


Comece por ferver 200ml de leite.
Entretanto envolva os outros ingredientes ao restante leite frio, mexendo bem. Junte aos ingredientes misturados com o leite frio, um pouco do leite quente, envolva e então junte tudo. o quente e o frio e leve ao lume mexendo sempre sem parar até ter um creme espesso a seu gosto.


Corte a massa folhada em círculos (no tamanho que desejar) e leve ao forno a cozer.
Deixe que a massa arrefeça e recheie em camadas a seu gosto.



No meu creme pasteleiro adicionei uma casca de limão (que retirei no fim de cozinhada) e uma pitada de baunilha.

Creme pasteleiro

Creme pasteleiro é um recheio doce, típico da culinária portuguesa. É um creme de consistência mediamente espessa, de cor amarela. É confecionado com a mistura dos ingredientes descritos na receita que depois de confecionado é utilizado como recheio de diversos bolos, não esquecendo as tradicionais bolas de Berlim ou os mil-folhas.
A sua confeção varia um pouco de pessoa para pessoa. Todos lhe gostam de dar o seu toque para dizerem que o meu creme é o melhor.

Eu utilizo estre creme de variadas maneiras e com o tempo apresentarei mais algumas receitas que vos irão demonstrar como este creme é versátil

Base para creme pasteleiro


250ml de leite
75g de açúcar
40g de farinha
1 ovo inteiro
2 gemas de ovo


Comece por ferver 200ml de leite.
Entretanto envolva os outros ingredientes ao restante leite frio, mexendo bem. Junte aos ingredientes misturados com o leite frio, um pouco do leite quente, envolva e então junte tudo. o quente e o frio e leve ao lume mexendo sempre sem parar até ter um creme espesso a seu gosto.

terça-feira, 30 de maio de 2017

Baguete com ovo e queijo

Entramos numa época em que o calor aperta e muitas vezes fazer uma refeição com uma sandes é o mais prático principalmente se for acompanhada de uma fruta como sobremesa.
É uma sugestão simples mas muito rica. Espero que gostem.






Baguete com ovo e queijo

1 baguete pequena 
Queijo cortado grosso q.b.
2 ovos cozidos, cortados em rodelas 
Sal q.b.
Pimenta a gosto 
Pequenos galhos de coentro (pode utilizar alface ou rúcula)

Para a pasta de ervas:
Queijo em creme q.b.
Coentros ou outra erva que gostar q.b.
1 colher (sopa) de azeite 
Sal q.b.
Pimenta a gosto

Modo de fazer:
Prepare a pasta de ervas começando por misturar o queijo em creme com os coentros e o azeite, tempere com sal e pimenta e reserve.
Abra a baguete ao meio e espalhe em cada metade a pasta de ervas, disponha o queijo cortado e os ovos. Polvilhe sal e pimenta e decore com o coentro.


Nota: escolha um queijo a seu gosto. Eu gosto de queijo de sabor forte.

Também pode cortar em quatro ou cinco bocados e apresentar esta ideia como uma entrada.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Pizza alentejana com tomate e queijo

No Alentejo o pão é o ingrediente sempre presente na sua gastronomia.
Há mil e uma maneiras de utilizar esta maravilha que é o pão alentejano.
Hoje fiz uma junção da tiborna (no Alentejo chamam tiborna a pão normalmente quente regado com azeite e esfregado com alho ou polvilhado com açúcar) e pizza.
Uma maneira simples e saborosa de fazer uma pizza em pão.
Espero que gostem.





Pizza alentejana com tomate e queijo

Pão alentejano fatiado q.b.
Azeite q.b.
Queijo mozarela q.b. (pode utilizar queijo a seu gosto)
Rodelas de tomate maduro q.b.
Azeitonas q.b.
Orégãos q.b.

Regue a fatia de pão com um fio de azeite. Polvilhe o pão com queijo a seu gosto. Disponha as rodelas de tomate e as azeitonas sobre o pão, polvilhe com os orégãos e volte a polvilhar com queijo. Regue novamente com um fio de azeite e leve ao forno a tostar a seu gosto. Eu utilizei o forno a 200º mas pode utilizar um grill.
Pode adicionar outros ingredientes a seu gosto como faz nas pizzas.
Eu acompanhei com salada e fiz uma refeição do agrado de todos cá em casa que são contra as tradicionais pizzas.

Bom apetite.