sexta-feira, 19 de maio de 2017

Leite condensado /bolo de leite condensado

Leite condensado
Quando se remove parcialmente a água do leite e se adiciona açúcar… ficamos com leite condensado. (poderá não ter açúcar)
Em 1820, Nicolas Appert de nacionalidade francesa começou a pesquisar a esterilização e conservação de alimentos em embalagens herméticas.
Oito anos depois (1828) o francês Malbec pegou nos estudos de Appert e criou com a utilização de leite fresco de vaca, o leite condensado.
O leite condensado, rapidamente se expandiu por toda a Europa. Era uma nova forma de se conseguir conservar o leite.
O leite condensado chega aos Estados Unidos em 1853 levado da Europa por Gail Borden que patenteia o método em 1856. A verdade é que Gail Borden ficou com os louros de ter criado o leite condensado e a maioria pensa que este leite foi inventado nos Estados Unidos.
Com a guerra civil americana este leite (que é comercializado em frascos) torna-se um sucesso comercial.
Entretanto aparece em 1888 Meyenberg de nacionalidade suíça que apura o método do transformar o leite em leite condensado ao utilizar a esterilização em autoclave. Este método leva o leite á temperatura de 120º C, em recipiente fechado a uma alta pressão e começa a ser comercializado em latas. Meyenberg patenteia o sistema em 1884 e no ano seguinte emigra para os Estados Unidos e promove a criação de fábricas de leite condensado.
Muito mais se poderia dizer da história do leite condensado…

Quando tiverem à mão uma lata de leite condensado poderão ficar muito mais informados se lerem o rótulo, principalmente a informação nutricional.
Passando à receita de hoje:
Normalmente não sou uma aficionada do leite condensado. Fui criada a beber leite fresco de vaca ou de cabra, o que adoro.
Quando cheguei a Angola encontrei o leite condensado em todas as despensas das pessoas que conheci e conhecia. Era normal, nem sempre se tinha leite fresco ali à mão. Também me tive de habituar ao leite condensado.
Atualmente só uso pontualmente o leite condensado, o que é o caso de hoje.
Vou deixar uma receita de bolo com leite condensado, simples, boa e rápida.

Gosto deste bolo para comer simples, mas adoro com gelado ou frutas.




Bolo de leite condensado
1 lata de leite condensado (397g)
150g de farinha com fermento
4 ovos (se os ovos forem pequenos adicione mais um ovo)
1 chávena (café expresso) de óleo alimentar ou manteiga derretida

Comece por bater bem os ovos com o leite, adicione o óleo e a farinha aos poucos e vá sempre batendo até ficar bem envolvida.
Verta numa forma untada.
Leve a forno pré aquecido a uma temperatura entre 160º a 170º até ficar cozido a seu gosto. No meu forno leva 45 minutos, mas este tempo varia de forno para forno.

Eu acompanhei o bolo com morangos e regado com caramelo líquido. Se tiverem chocolate líquido também fica muito bem com os morangos. Deixo a vossa imaginação a trabalhar para aplicarem nesta sobremesa.




terça-feira, 16 de maio de 2017

Coelho / coelho grelhado

Na China este mamífero é o símbolo de fecundidade. Os chineses sacrificaram em 1600 templos mais de 30 mil coelhos. Na primavera os chineses pedem aos deuses que fecunde a terra da mesma forma que os coelhos o fazem. No Outono os chineses agradeceram pela produção feita pela terra.
Os coelhos não são roedores, são lagomorfos. Isto quer dizer que os lagomorfos diferem dos roedores por terem quatro dentes incisivos na mandíbula superior, ao contrário dos roedores que têm apenas dois. São também herbívoros enquanto os roedores são omnívoros. No entanto, à semelhança destes, os incisivos crescem durante toda a vida necessitando continuamente de roer alimentos fibrosos para prevenir o excesso do crescimento dos dentes. É a razão porque  os coelhos roem de tudo. É normal de quando criados em cativeiro, muitas vezes os criadores têm de lhes cortar os dentes regularmente. 
Um coelho pode viver até 10 anos se for bem tratado.
A gestação de uma coelha é de apenas 1 mês, têm vários filhotes e amamentam entre 20 e 30 dias.

O coelho é símbolo comum na Páscoa por causa da sua fertilidade tanto para judeus como para os cristãos que relacionam a sua reprodução á esperança de uma nova vida.

O coelho doméstico é idêntico ao coelho selvagem Europeu, que foi domesticado e espalhado por todo o mundo. Na Austrália a sua alta capacidade de reprodução transformaram-no uma praga principalmente pela falta de predadores.

Os principais predadores que o caçam são a raposa, o lobo e em alguns países a onça. No entanto há muitos mais animais que o apanham.

Muito mais poderia dizer do coelho…
Uma das coisas que para mim é importante, é ele ser um mamífero que faz parte da nossa alimentação desde que ele (o coelho) existe.
Eu fui habituada desde sempre a consumir esta carne e aprecio.

Aqui onde vivo (Alentejo) é normal fazer grandes petiscadas e almoçaradas de coelho cozinhado de várias formas. Hoje deixo aqui uma receita de coelho grelhado que adoro:

  




Coelho grelhado


Coelho cortado em bocados q.b.
Massa de pimentão q.b. (pode substituir por colorau)
Pimenta preta q.b. (ou outro picante a gosto)
Sal q.b.
Alho q.b.
Coentros cortados q.b.
Azeite q.b.


Comece por fazer uma pasta com a massa de pimentão, sal, pimenta, alho e um pouco de azeite. (normalmente envolvo e esmago os ingredientes num almofariz)
Esfregue o tempero nos bocados de coelho e deixe algum tempo para a carne tomar o sabor.
Leve o coelho temperado a grelar não deixando que ele estorrique.
Depois de grelhado, tempere com bastante alho picado, coentros e azeite.
Sirva acompanhado de batatas cozidas ou outro acompanhamento a seu gosto.
Não esqueça uma salada.



sexta-feira, 12 de maio de 2017

Túbaros

Prato normal no Algarve, Alentejo e Ribatejo que se faz com testículos de animais, como porco, boi, ou borrego. (há países que também utilizam de galo e de cavalo)
Nos Açores é normal confecionarem os de boi.
Para os sépticos, não importa que túbaros são. No fundo, são testículos cozinhados e é o suficiente para provocar aversão. Não sabem o que perdem.
Os túbaros podem servir como refeição ou como petisco.
Pensa-se que o nome "túbaros" lhe foi atribuído como uma função comercial, já que ninguém comeria um prato com o nome verdadeiro de testículo. Túbaro resulta, há quem escolha túbaros sem fazer ideia do que come.
Já aconteceu comerem túbaros em minha casa sem saberem o que é, adorarem e no fim ficarem com aquela cara de fazer rir ao dizer-lhes o que acabaram de comer. Tenho uma sobrinha que só lhe contei no dia seguinte…queria ir vomitar o que tinha comido no dia anterior.
A origem do nome, não é consensual. Mais consensual é este prato ter origens em bases afrodisíacas.
Não é um petisco fácil encontrar nos restaurantes. Para norte do rio Tejo não encontram, e mesmo para sul só os servem por encomenda. O uso dos testículos de animais como refeição é uma tradição que existe também, com muita força, no sul de Espanha. Em alguns países da América Latina também se cozinha.
Antigamente quando chegava a hora de os cozinhar era uma complicação.
Eram escaldados para lhes tirar a pele, eram deixados de molho em água quente, eram cortados de maneira rigorosa antes de serem cozinhados, cortados depois de serem cozinhados, voltavam a ser cozinhados etc. etc…era uma verdadeira cerimónia e só algumas pessoas eram escolhidas para o fazer…porque os outros não o sabiam fazer… e vão lá dizer aos antigos que se podem cozinhar de outras maneiras…




Eu compro-os no talho e começo logo por cortar as regras do antigamente.
Começo logo por pedir que lhes tirem a pele e os cortem em fatias. (aqui no Alentejo normalmente cortam em cubos)
Em casa começo por os deixar algumas horas em água com sal e vinagre.
Depois faço uma marinada que pode variar de quem os vai comer.
Se for para enganar…o melhor é fazer uma com vinho carrascão. (passa por rins)
A que gosto mais é muito simples. Tempero com alho, louro, pimenta preta, sal e rego com sumo de limão. Deixo assim algumas horas e depois é só cozinhar.

Deixo três receitas para cozinhar os túbaros, gostosas e simples de fazer.



Túbaros grelhados

Túbaros previamente cortados e temperados como  q.b.
Cebola picada q.b.
Salsa picada q.b.
Azeite q.b.
Vinagre q.b.

Grelhe os túbaros, corte em pequenos bocados e regue com um molho feito com cebola picada, salsa picada, azeite e vinagre. Se gostar pode adicionar alho picado e um picante a gosto.




Túbaros fritos com molho de mostarda

Túbaros previamente cortados e temperados  q.b.
Manteiga e azeite para fritar q.b.
Mostarda a gosto
Leite ou natas q.b.

Frite os túbaros em manteiga e azeite.
Quando estiverem quase fritos, adicione a mostarda e o leite e deixe apurar a seu gosto.
Costumo acompanhar com batatas cozidas ou fritas e salada como refeição principal.



Túbaros panados

Túbaros previamente cortados e temperados q.b.
Óleo para fritar q.b.
Ovo batido q.b.
Farinha q.b.
Farinha com pão ralado q.b.

Passe os túbaros por farinha, passe de seguida por ovo batido e novamente passe por farinha misturada com pão ralado. Leve a fritar em óleo quente.
Depois de fritos, deixe que escorram antes de servir.

Eu acompanhei com arroz e salada.

terça-feira, 9 de maio de 2017

Bolo de laranja

Um bolo simples de fazer... mas de fazer crescer água na boca...



Bolo de laranja

250g de açúcar
250g de farinha com fermento
4 ovos
Sumo de uma laranja
1 laranja (para forrar a forma)
Sumo de laranja e açúcar q.b. (para fazer o xarope)

Comece por bater o açúcar com os ovos. Depois de bem batido, adicione a farinha e o sumo de laranja.
Entretanto forre uma forma com papel antiaderente. Polvilhe com açúcar, (não muito) e espalhe rodelas de laranja finas a seu gosto. Verta a massa e leve ao forno (pré aquecido) a uma temperatura de 180º até estar cozido a seu gosto. (No meu forno levou 45 minutos, mas isto varia de forno para forno) Verifique a cozedura com a ajuda de um palito.
Entretanto faça um xarope misturando sumo de laranja com açúcar. Não dou quantidades porque também varia do seu gosto e do doce da laranja e da quantidade de sumo que estas têm. (no meu bolo utilizei o sumo de três laranjas)
Quando o bolo estiver cozido, desenforme e regue o bolo com o sumo de laranja até este absolver todo o sumo. (fica um bolo bem gostoso e húmido)




Dica: Neste bolo, substituí os 4 ovos de galinha por 2 ovos de gança. Nesta época tenho sempre muitos ovos de gança e de pata e é normal utiliza-los na cozinha. O dizerem que estes ovos não prestam para doceria é mito. Pode sempre utiliza-los desde que não tenha de bater claras em castelo. Ainda um dia destes experimentarei fazer algum doce em que baterei as claras destes ovos… e direi como correu. 




segunda-feira, 8 de maio de 2017

O Peixe em Lisboa 2017 - Estrelas do Norte

Em Abril assisti no Peixe em Lisboa à apresentação de três pratos confecionados por três chefes com estrelas Michelin.

Os chefes:
Rui Paula
Ricardo Costa
Vítor Matos

A este evento a organização deu-lhe o nome "Estrelas do Norte" porque os três chefes estão estabelecidos no Norte e ganharam estrelas Michelin.
Na realidade fiquei desiludida com o que vi. Foi muito pouco.
Tive a sensação que ao chegarem a chefes, esqueceram que já foram cozinheiros.
Penso que a certa altura os chefes deixam de cozinhar para só mandarem ou dirigirem e desabituam-se de estar ao fogão.
Não gostei… não me identifiquei com o que apresentaram. Foi uma apresentação atabalhoada se calhar por falta de tempo. A organização destinou vinte minutos para cada chefe…é irrisório.
Me desculpem os chefes pelo meu desabafo...

Deixo aqui algumas imagens:

Chefe Rui Paula apresentou um caril com nodles e peixe (linguado).







O chefe Ricardo Costa apresentou uma caldeirada de pregado.






                                                                  

O chefe Vítor Costa apresentou uma raia.







sexta-feira, 5 de maio de 2017

Mandioca / Mandioca e batata doce assada com borrego

Hoje vou cozinhar mandioca e aproveito para falar desta fonte de hidratos de carbono.




A mandioca é nativa do Brasil (sudoeste da Amazônia) e quando se chegou à América, esta já se tinha disseminado como cultivo alimentar à Guatemala e México.
É a terceira fonte de hidratos de carbono consumidas nos trópicos, depois do arroz e do milho.
Podemos dizer que é um dos principais alimentos base no mundo em desenvolvimento. Está presente na alimentação de meio bilião de pessoas.
O seu cultivo espalhou-se pelo mundo e hoje o seu maior produtor é a Nigéria.
A variedade é extensa e as suas características também são variadas.

Esta planta difere das outras plantas produtoras de amido por conter linamarina ou seja simplesmente… pode gerar cianeto.
Não vou estar com muitas explicações, deixo isso para os entendidos.
Em relação à quantidade de cianeto de hidrogénio por Kg na raiz fresca sem casca, das mandiocas são classificadas em:
Mansa - esta tem menos de 50 mg por kg, não têm sabor amargo, é usada para consumo humano, cozida, frita ou assada, estes processamentos são suficientes para serem seguras
Moderadamente venenosas (entre 50 a 100 mg por kg)
Bravas ou venenosas (mais 100 mg por kg) têm sabor amargo, são usadas somente para fins industriais, só podendo ser consumidas após processadas, na forma de farinha, fécula e outros produtos.

A forma mais utilizada para reduzir o cianeto de hidrogénio é simplesmente pela:
Fervura (perde de 25% a 75%);
Secagem ao sol (perde de 40% a 50%);
Esmagamento e secagem ao sol (perde de 95% a 98%)



Mandioca e batata doce assada com borrego


Borrego q.b. (cozinhei uma mão)
Mandioca q.b. (cozinhei duas mandiocas)
Batata doce q.b. (cozinhei quatro)
Cenoura q.b. (cozinhei duas grandes)
Cebola q.b. (cozinhei duas médias)
Alho a gosto
1 folha de louro
Tomilho seco a gosto
Sal q.b.
Azeite ou óleo q.b.

Comece por temperar a carne com sal e alho moído. Deixe ficar algum tempo no tempero até levar ao forno.
Descasque a batata e corte.
Descasque a mandioca, retire a fibra central e corte em pequenos bocados.
Descasque a cenoura e corte em bocados.
Descasque a cebola e corte em quartos ou oitavos.
Coloque a carne num tabuleiro em conjunto com batatas, mandioca, cenoura e a cebola.
Tempere com sal, louro, alho e tomilho. Regue com azeite ou um outro óleo alimentar a seu gosto e leve ao forno a assar.

Nota: é uma maneira simples de assar uma carne à sua escolha. Poderá ser cabrito, porco, frango etc. A mandioca dá-lhe um sabor especial assim como a batata doce que também podem ser substituídas a seu gosto.


terça-feira, 2 de maio de 2017

O pimento / frango ao pimento



O pimento é um fruto com personalidade. Apesar da sua grande variada, todos pertencem a um grupo de cultivares da espécie conhecida como Capsicum Annuum”.
A sua intensidade de sabor não dá lugar a meios termos: ou se gosta ou não. Este sabor é notado até quando presente em pequena quantidade. O pimento tem a capacidade de dar corpo e alma a uma grande variedade de pratos muito simples sem ser necessário recorrer a grandes temperos.
Não é só o sabor que o pimento nos chama à atenção. Ele é rico em capsaicina, que estimula a produção de hormonas como a adrenalina que nos faz aumentar o nosso metabolismo, dando-nos as calorias de que despendemos.
Também parece existir uma capacidade na diminuição da nossa ingestão energética, no aumento de oxidação de gordura e na diminuição dos níveis de colesterol e triglicerídeos. E muito mais…
O pimento tem origem no México, América Central e América do Sul.
Valor nutricional
Cada 100 gramas de Pimento verdes contêm:

calorias- 29kcal
Proteínas -1,3g
Gorduras - 0,1g
VitaminaA - 2000 U.l.
Vitamina B1 (Tiamina) - 20 mcg
Vitamina B2 (Riboflavina) - 30 mcg
Vitamina B5 (Niacina) - 20 mg
Vitamina C (Ácido ascórbico) - 126 mg (penso que tem mais vitamina C do que a laranja)
Potássio - 140 mg
Sódio - 16 mg
Cálcio - 10 mg
Fósforo - 25 mg
Ferro - 0,5 mg




Frango ao pimento (4 a 6 doses)

1 frango cortado em pequenos bocados
6 pimentos (cozinhei dois de cada cor)
1 cebola grande
Alho a gosto
Louro q.b.
Pimenta preta q.b.
1 colher (chá) de colorau
Sal q.b.
Azeite ou óleo q.b.



Comece por fazer um refogado com o azeite e a cebola cortada a seu gosto. Quando a cebola estiver quase refogada, junte o alho, o louro e o frango cortado. Deixe refogar o frango até estar alourado a seu gosto.
Depois adicione os pimentos cortados em tiras, tempere com sal e pimenta preta, o colorau e deixe cozinhar. Se necessário junte um pouco de líquido para não pegar. (pode ser água, cerveja, vinho branco etc.)

Depois de cozinhado, sirva acompanhado a seu gosto, não esquecendo uma boa salada.



Nota: pode cozinhar este frango tudo em cru como as caldeiradas.



sexta-feira, 28 de abril de 2017

Sines na rota dos grandes navegadores / Sines Tall Ships Festival 2017

Iniciou-se hoje um grande festival tanto em terra como no mar.
Este evento que nos mostra a rota dos grandes navegadores, apresenta-se com uma magnífica organização…
Vão estar presentes 21 magníficos veleiros divididos pelos vários espaços náuticos de atracagem que o porto tem, havendo transporte á disposição (grátis) de quem os quiser visitar.
O festival termina dia um com a largada dos veleiros a caminho das Bermuda e…

Esta regada de grandes veleiros comemorativa dos 150 anos da Confederação do Canadá, partiu do Reino Unido e está neste momento em Sines. Vai novamente navegar em direção a Las Palmas, atravessa o Atlântico até Bermuda, visitara algumas cidades dos Estados Unidos e o país "aniversariante" do Canadá. Em Agosto volta novamente a atravessar o Atlântico para finalizar em "Le Havre"(França)

Se aproveitar este fim de semana alargado e vier até Sines não lhe faltarão motivos para ficar feliz. Há de tudo um pouco começando pela gastronomia, passando por lugares de laser e divertimento tanto para adultos como crianças, acabando com a bela paisagem…
Fui lá hoje e deixo aqui uma mostra de fotos que tirei, assim como alguns sites que convido a visitar:

http://www.aporvela.pt/sinesrdv2017/

http://sines.pt/frontoffice/pages/396?news_id=679
































                           Uma parte da linda cidade de Sines e a praia Vasco da Gama



                                                                    Uma parte da cidade.



Baía da praia Vasco da Gama


Atyla e o Vera Cruz




Espaço para a criançada.